11 setembro, 2007

«Já se fala demasiado sobre o 11 de Setembro»

Esta “queixa” aparece num pequeno artigo sobre o sexto aniversário dos atentados de 11 de Setembro, publicado no site Portugal Diário, e resume em poucas palavras a atitude da quase totalidade da comunicação social. O diário virtual diz que já se fala demasiado do 11 de Setembro, não porque as imagens de morte e terror tenham sido repetidas até à exaustão (pelos motivos que sabemos), mas porque (passo a citar): «proporcionou maior margem para a criação das conhecidas teorias da conspiração». “Teorias da conspiração” é o nome atribuído pelos media a qualquer dado ou investigação independente que coloque em causa a teoria oficial dos atentados. Presumo que em Maio, quando a pequena Madeleine McCann desapareceu no Algarve, qualquer pessoa que avançasse com uma explicação que não fosse a de rapto seria também apelidada de “teorista da conspiração”

Mais à frente o artigo refere «casos como o do quarto avião (voo 93) e o ataque ao pentágono deixaram dúvidas nos mais atentos. O documentário Loose Change, transmitido pela RTP em 2006, é uma das muitas criações que questionaram a veracidade das situações conforme elas foram mostradas». E questiona mesmo. Loose Change foi há um ano atrás emitido por cinco vezes na RTP (na altura apelámos aqui para não o perderem), mas nem os políticos portugueses que fingem ser contra a actual política norte-americana ousaram sequer mencioná-lo. A versão nacional desse documentário chama-se 11 de Setembro: Conspiração Interna e continua a poder ser vista através do Google Video em
www.11deSetembro.net

Como os políticos e os jornalistas se calam, é a população que tem de fazer perguntas. Algo que pelo menos os alemães deverão estar agora a formular, já que no preciso momento em que publico estas palavras um outro interessante documentário sobre as incongruências do 11 de Setembro – 9/11 Mysteries – está a ser transmitido no canal germânico de televisão DMAX:

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