03 maio, 2009

A Gripe do Milénio

Na série televisiva Millennium (1996-1999), uma perigosa gripe das aves é criada em laboratório e espalhada pelo planeta por uma poderosa e secreta organização maçónica, que pretende assim instaurar uma espécie de Nova Ordem Mundial. Millennium é dos mesmos criadores de The Lone Gunmen (2001), série que no seu primeiro episódio mostra um ataque terrorista no qual um avião comercial é desviado para embater nas torres do World Trade Center - episódio esse emitido na televisão seis meses antes do 11 de Setembro. É tudo coincidências.

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15 abril, 2008

Wat Tyler's Revenge


Aqui fica mais um filme dos Arquivos Secretos da Resistência: Wat Tyler's Revenge (WTR). Produzido em 2003 pela Shadow Government Television (SGTV) e pelo documentarista Sterling Rainbolt, WTR é uma potente mistura de jornalismo de guerrilha com música e sátira política. Começa com um split-screen que mostra as imagens dos ataques terroristas em Nova Iorque na manhã do 11 de Setembro de 2001 em simultâneo com a visita de George W. Bush a uma escola primária na Florida, na qual esse presidente continuou por mais de vinte minutos a conversar com os jovens alunos mesmo depois de saber que os EUA estavam a ser atacados. É possível ver também familiares das vítimas dos atentados a fazer perguntas que ainda hoje se mantêm sem resposta, na conferência de imprensa Unanswered Questions de Junho de 2002.

Wat Tyler's Revenge contém igualmente a primeira e a terceira parte de The Great Deception, da autoria do jornalista canadiano Barrie Zwicker (a série documental que constituiu a primeira contestação à versão oficial do 11 de Setembro a ser emitida em televisão); e duas curtas-metragens da Pirate Video. Para além disso, WTR documenta algum activismo anti-guerra de 2002 nos EUA (altura em que a máquina de propaganda pela invasão do Iraque estava em crescendo): as vigílias das Women in Black em Seattle; e o primeiro de muitos protestos contra a guerra do Iraque a Outubro de 2002, em Washington, onde compareceram mais de 100 000 pessoas. O título deste filme foi inspirado na figura de Wat Tyler, um rebelde inglês do séc. XIV que liderou uma revolta de camponeses contra Ricardo II de Inglaterra.

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13 novembro, 2007

Loose Change Final Cut

Este é o trailer de Loose Change Final Cut, o terceiro capítulo do polémico documentário sobre os atentados do 11 de Setembro. Esta derradeira versão inclui novas entrevistas e revela novos dados que arrasam o que ainda resta da versão oficial que nos contaram.

Site Oficial:
http://lc911finalcut.com

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29 setembro, 2007

«9/11: vítima afinal é uma fraude?»

A comunicação social perguntou esta semana se uma das alegadas vítimas do 11 de Setembro será uma fraude. Uma questão bastante irónica quando se sabe que toda a versão oficial da tragédia é uma fraude:

«Tânia Head foi durante os últimos seis anos uma das sobreviventes do World Trade Center com maior presença pública, no entanto, levantam-se suspeitas sobre a veracidade da sua história. Tânia foi também presidente de uma das associações de vítimas do 11 de Setembro. Esta semana foi destituída do comando da Survivors Network já que as inconsistências do relato da sua experiência estão a suscitar dúvidas sobre a presença na tragédia, informou o The New York Times.»

Para saber mais:
In 9/11 Survival Tale, Pieces Just Don’t Fit

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22 setembro, 2007

A Barba

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14 setembro, 2007

Estão excêntricos?

12 setembro, 2007

Fidel: «Havia toneladas de ouro nas Torres Gémeas»

Mais vale tarde que nunca:

«Líder cubano diz que o mundo foi «enganado» sobre o que aconteceu a 11 de Setembro

A televisão cubana emitiu uma reflexão de Fidel Castro, em que o líder volta a criticar os Estados Unidos, agora a propósito do sexto aniversário do atentado de 11 de Setembro, revela o El País.
Fidel diz que o governo de Bush está a ocultar a verdade sobre o que sucedeu, considerando que «houve desinformação deliberada»: «O mais dramático é a afirmação de que possivelmente nunca se conhecerá o que realmente ocorreu».
Entre os mistérios por esclarecer encontrar-se o facto de que no mesmo dia em que foi perpetrado o ataque em Nova Iorque «havia nas caves das torres 200 toneladas de barras de ouro» e que havia ordens para «disparar a matar contra quem tentasse chegar ao ouro», frisou, continuando a explanar as suas dúvidas: «Os cálculos sobre as estruturas, o impacto do avião, as caixas negras encontradas e o que revelaram não se ajusta aos critérios de matemáticos, sismólogos, especialistas de informação e especialista em demolições».
Usando algumas teorias que foram usadas inclusive em filmes, o líder cubando refere que «analisando o impacto de aviões similares aos projectados contra as torres, caídos em cidades densamente povoadas, conclui-se que nenhum avião chocou com o Pentágono».»

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11 setembro, 2007

«Já se fala demasiado sobre o 11 de Setembro»

Esta “queixa” aparece num pequeno artigo sobre o sexto aniversário dos atentados de 11 de Setembro, publicado no site Portugal Diário, e resume em poucas palavras a atitude da quase totalidade da comunicação social. O diário virtual diz que já se fala demasiado do 11 de Setembro, não porque as imagens de morte e terror tenham sido repetidas até à exaustão (pelos motivos que sabemos), mas porque (passo a citar): «proporcionou maior margem para a criação das conhecidas teorias da conspiração». “Teorias da conspiração” é o nome atribuído pelos media a qualquer dado ou investigação independente que coloque em causa a teoria oficial dos atentados. Presumo que em Maio, quando a pequena Madeleine McCann desapareceu no Algarve, qualquer pessoa que avançasse com uma explicação que não fosse a de rapto seria também apelidada de “teorista da conspiração”…

Mais à frente o artigo refere «casos como o do quarto avião (voo 93) e o ataque ao pentágono deixaram dúvidas nos mais atentos. O documentário Loose Change, transmitido pela RTP em 2006, é uma das muitas criações que questionaram a veracidade das situações conforme elas foram mostradas». E questiona mesmo. Loose Change foi há um ano atrás emitido por cinco vezes na RTP (na altura apelámos aqui para não o perderem), mas nem os políticos portugueses que fingem ser contra a actual política norte-americana ousaram sequer mencioná-lo. A versão nacional desse documentário chama-se 11 de Setembro: Conspiração Interna e continua a poder ser vista através do Google Video em
www.11deSetembro.net

Como os políticos e os jornalistas se calam, é a população que tem de fazer perguntas. Algo que pelo menos os alemães deverão estar agora a formular, já que no preciso momento em que publico estas palavras um outro interessante documentário sobre as incongruências do 11 de Setembro – 9/11 Mysteries – está a ser transmitido no canal germânico de televisão DMAX:

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09 julho, 2007

Paula Moura Pinheiro comenta "Loose Change"

Os cibernautas por aqui passam devem lembrar-se que o documentário sobre os atentados do 11 de Setembro Loose Change (11 de Setembro: Conspiração Interna) foi transmitido cinco vezes na RTP em Setembro de 2006 (quem não o viu pode aceder a ele em www.11deSetembro.net). A primeira emissão, a 8 de Setembro no canal 2:, foi precedida do programa Câmara Clara, da jornalista Paula Moura Pinheiro, que teve como convidados Mariano Gago, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e Nuno Ramos de Almeida, jornalista e activista do Bloco de Esquerda.
No final desse programa Paula Moura Pinheiro apresenta o filme: «Loose Change é um documento imperdível. Terrivelmente bem construído, este documentário desenvolve a tese que o 11 de Setembro teve origem numa gigantesca conspiração interna nos Estados Unidos da América». Mariano Gago comenta entredentes: «Que horror!». Nuno Ramos de Almeida diz que «é como acreditar que somos visitados todos os dias por marcianos».
Expressões que lembram outras proferidas na mesma altura, como as de Daniel Oliveira, dirigente do Bloco de Esquerda, que chamou «paranóicos» e «fanáticos sem limites» aos que questionam a versão oficial dos atentados do 11 de Setembro; e a frase de Pacheco Pereira, ex-deputado do PSD: «quem leva a sério o Loose Change devia usar um badge [crachá] a dizer que é estúpido».

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15 junho, 2007

Wake Up to the New World Order

26 maio, 2007

Rabos-de-palha na história do 11 de Setembro

A última edição do também interessante projecto português de informação Alameda Digital traz um artigo de leitura obrigatória, intitulado Rabos-de-palha na história do 11 de Setembro e assinado por Vítor Martins. Aqui fica um excerto:
«No final do passado mês de Fevereiro, começou a circular na Internet a informação de que alguém descobrira no sítio “www.Archive.org” programas emitidos por canais de televisão durante o famigerado “ataque” às Torres Gémeas do complexo World Trade Center (WTC) em Nova Iorque, em 11 de Setembro de 2001. Um deles evidencia que a derrocada do edifício “Salomon Brothers” (também conhecido por WTC 7) foi noticiada mais de vinte minutos antes de ter ocorrido. Para quem já não se lembra, as torres gémeas não foram os únicos edifícios a desintegrarem-se na baixa de Nova Iorque: o WTC 7, localizado a cerca de 100 metros das Torres Gémeas, desmoronou-se às 17:20h EDT do mesmo dia, sendo a primeira e a única vez em todo o mundo que edifícios com estrutura de aço foram alegadamente demolidos pelo fogo.»

Continuar a ler aqui.

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17 março, 2007

Mais uma "confissão"

«Khalid Sheikh Mohammed, de 41 anos, o alegado cérebro dos atentados de 11 de Setembro, terá reconhecido a sua responsabilidade nos ataques. “Fui responsável pela operação de 11 de Setembro de A a Z”, afirmou. Detido no Paquistão, em Março de 2003, e trasladado no ano passado para a base militar norte-americana de Guantánamo, em Cuba, admitiu a responsabilidade das 31 operações da Al-Qaeda de que é acusado, entre elas duas tentativas de assassinato contra os ex-presidentes dos EUA, Bill Clinton e Jimmy Carter; contra o falecido Papa João Paulo II; contra o World Trade Center, em 1993; os atentados de Bali, em 2002; as tentativas de ataques contra aviões norte-americanos utilizando bombas transportadas em sapatos; e pelos planos para uma nova vaga de atentados contra a Library Tower de Los Angeles, a Torre Sears de Chicago e o Empire State Building de Nova Iorque, entre outros; planos para a destruição do canal do Panamá, do porto de Singapura, assim como de barcos e petroleiros norte-americanos nos estreitos de Ormuz e Gibraltar», etc, etc, etc.

Na mesma “confissão”, Khalid alega também ter sido «responsável pela planificação, treino, acompanhamento e financimento para a Nova (ou Segunda) Vaga de ataques pós 11 de Setembro contra vários arranha-céus, incluindo o Banco Plaza [Plaza Bank], no estado de Washington». Há é um ligeiro detalhe: tal como está indicado no seu site oficial, esse banco só foi fundado em 2006, mais de três anos depois da captura do alegado cérebro da Al-Qaeda… (ler mais no Prison Planet).
Mais uns meses de estadia nesse ou noutro dos centros de tortura do Império, e Khalid estará certamente pronto a aceitar também a responsabilidade pelo assassinato de John F. Kennedy, o fim da Idade do Gelo, o aquecimento global e a planificação do programa da TVI A Bela e o Mestre.
Ler também o Homem das Cidades.

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05 janeiro, 2007

Remo Conscious - We Know

Este é o videoclip do tema We Know, do músico de hip hop Remo Conscious, que pode ser ouvido na banda sonora do documentário Loose Change (11 de Setembro: Conspiração Interna), e foi agora lançado no seu novo álbum Infiltration. Realizado por Rich Newey, este excelente vídeo inclui imagens do documentário, e deixa uma mensagem muito clara: nós sabemos quem são os verdadeiros terroristas. E não esquecemos.
Outro tema politicamente incorrecto composto por Remo Conscious é o Lies, e desde o início deste blogue que pode ser ouvido na secção Música para Motim, aí no fundo da coluna da direita.

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06 outubro, 2006

11deSetembro.net

A versão portuguesa do documentário Loose Change (11 de Setembro: Conspiração Interna) já está no Google Video, e pode ser acedida através do endereço www.11deSetembro.net

A divulgação deste documentário é autorizada pela equipa que o produziu – a Louder Than Words. Entretanto, a versão original em inglês foi um pouco actualizada – Loose Change 2nd Edition Recut – e pode ser vista aqui www.seeloosechange.com
Igualmente alojado no Google Video, já foi visto por mais de 10 milhões de pessoas, e está continuamente a aparecer no Top dos mais vistos.

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05 outubro, 2006

Vem aí mais terror artificial?

O vídeo acima é um excerto de 30 segundos de um noticiário da FOX News transmitido em Agosto. Eis a tradução:

«O apresentador de um programa de rádio que garante ter previsto um ataque encenado às Torres Gémeas em 2001, envolvendo Osama Bin Laden como o bode expiatório, afirma agora que o alerta terrorista da semana passada [a alegada conspiração terrorista para abater vários aviões utilizando explosivos líquidos] é apenas um teste preliminar para um novo atentado em grande escala, também encenado, perpetrado pelo governo norte-americano. (humm humm perdão) Alex Jones diz ser possível que o ataque seja despoletado antes do fim do mês de Outubro, e que – passo a citar – “poderá oferecer aos neo-fascistas sedentos de sangue da administração Bush uma justificação fraudulenta para invadir o Irão ou a Síria antes das eleições intercalares de Novembro nos EUA”.»

Parece estranho? A verdade é que, a 25 de Julho de 2001, o activista norte-americano Alex Jones (de quem já falei aqui) incitou os espectadores do seu programa de televisão local a ligarem para a Casa Branca e para o Congresso e dizerem: «Se algum ataque terrorista ocorrer nos EUA, tal como aviões a despenharem-se em edifícios, nós sabemos quem serão os verdadeiros culpados!». Nessa mesma emissão (que pode ser vista aqui), transmitida seis semanas antes do 11 de Setembro, Alex mencionou que as Torres Gémeas poderiam ser novamente um dos alvos (a Torre Norte já tinha sido atacada em 1993, numa operação com o envolvimento do FBI), e que a responsabilidade pelo ataque poderia ser atribuída a um tal Osama Bin Laden, colaborador da CIA de longa data, e o bode expiatório muçulmano perfeito. Este aviso foi feito não com base em tarot ou técnicas de premonição, mas analisando a história e o comportamento do poder político, que necessitava urgentemente de um pretexto para aumentar o controlo do Médio Oriente e dos seus próprios cidadãos, entre muitos outros objectivos. Encenar ataques e atribuir a autoria a outros grupos é uma das técnicas usadas pelas elites políticas para aumentar o poder e alcançar objectivos que de outra forma seriam difíceis de conseguir – e fazem-no há milhares de anos em todo mundo.

Cinco anos depois – a 10 de Agosto último –, Alex Jones emite um segundo aviso (que pode ser ouvido aqui), afirmando que existe novamente uma forte possibilidade da elite perpetrar novos ataques, em vários países. Segundo ele, só será possível evitar mais milhares de mortos se uma parte considerável da população mundial ficar a saber quem são os verdadeiros terroristas, aumentando os actos de dissidência. E desta vez a própria FOX resolveu difundir o aviso do Alex... completo com um engasgo do jornalista.

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25 setembro, 2006

Fala-se de Revolução

Estas são mais imagens que a comunicação social não mostra. No quinto aniversário do 11 de Setembro, milhares de cidadãos anónimos (nos quais se incluem familiares das vítimas e membros das equipas de salvamento) manifestaram-se em Nova Iorque exigindo uma nova e verdadeiramente independente investigação dos atentados.

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21 setembro, 2006

Chávez uncut

Os media nacionais transmitiram algumas declarações polémicas do presidente da Venezuela, Hugo Chávez: há uns tempos atrás quando ele chamou «burro», «cobarde», «assassino», «genocida», «alcoólico» e «imoral» ao presidente dos EUA; e agora, após ele ter afirmado que «Bush é o diabo». Mas há um certo tipo de declarações que eles não transmitem, como estas que Chávez fez no quinto aniversário do 11 de Setembro, e que foram emitidas na CNN Internacional:

«Existe uma hipótese que está a ganhar consistência, referida na televisão ontem à noite, e que pode surgir em força brevemente: a de que foi o poder imperialista dos Estados Unidos que planeou e executou este terrível ataque, ou acto, terrorista [o 11 de Setembro] contra o seu próprio povo e contra cidadãos de todo o mundo. Porquê? Para justificar a agressão que foi imediatamente desencadeada no Afeganistão, no Iraque, e as ameaças contra todos nós, incluindo a Venezuela.»

(Para visualizar o vídeo é necessário ter instalada a última versão do Macromedia Flash, que pode ser descarregada aqui)

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18 setembro, 2006

A histeria

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Depois do Prós e Contras na RTP1 da semana passada, José Pacheco Pereira continua os seus “desabafos” sobre o documentário Loose Change, na revista Sábado e no seu blogue Abrupto, que passo a citar:

«"Ponham lá aí um cartaz a dizer que eu sou muito estúpido", é o que os que levam a sério o Loose Change, a começar pelos programadores da RTP que entraram agora num nível provocatório, estão a dizer. Quem acredita que um filme que afirma que nas Torres Gémeas houve uma explosão controlada e não se dá ao trabalho de explicar como é que foram colocados os milhares de cargas explosivas necessárias para o fazer sem ninguém dar por isso (dezenas de homens invisíveis, milhares de locais armadilhados, pelos vistos também invisíveis, centenas de horas de trabalho necessárias), e que nega que dois aviões foram “caídos” sem se dar ao trabalho de explicar onde estão os passageiros que desapareceram sem deixar rastro (estão presos em Guantanamo? Foram levados para uma base secreta e fuzilados? Estão na estação espacial?) e outras mil e uma falsificações rudimentares, devia usar um badge a dizer que é estúpido. Podia até fazer-se uma versão politicamente correcta: “eu ainda sou mais estúpido do que o Presidente Bush”. Ah! Claro que é também possível que os nefandos americanos tenham descoberto o segredo da invisibilidade, uns ecrãs de hipnose colectiva e máquinas para "beam me up" e então está tudo explicado. E depois deram tudo isto ao Bin Laden.

O que se passa com o
Loose Change mostra como o fanatismo político anti-americano leva à deterioração do pensamento. E é contagioso, tanto para as mentes simples como para as sofisticadas.»

Sr. Pacheco Pereira, quem tem de explicar como foram colocadas as cargas explosivas necessárias para demolir as torres, e onde estão os passageiros dos aviões que desapareceram sem deixar rastro, são os verdadeiros autores dos crimes do 11 de Setembro. Não são os que estão, há já cinco anos, a denunciar esses crimes. Loose Change limita-se a apresentar uma ínfima parte da informação disponível que comprova que a versão oficial dos acontecimentos não só é uma mentira, como é cientificamente impossível. E a sustentá-lo estão movimentos como o Scholars for 9/11 Truth (Académicos pela Verdade sobre o 11 de Setembro), que conta com dezenas de professores universitários, ex-ministros, ex-secretários do estado norte-americano, antigos conselheiros de presidentes norte-americanos, ex-oficiais dos serviços secretos, cientistas, investigadores e estudantes de diversas áreas. Todos eles afirmam que o principal suspeito dos atentados é o poder politico e militar norte-americano, e sustentam essas afirmações com evidências, que apesar de terem sido ocultadas durante estes anos pelos próprios políticos e pela maior parte da comunicação social, a sua autenticidade pode ser confirmada por qualquer pessoa.

Com a maior parte da população a finalmente perceber que está a ser constantemente enganada, muitos começam a ficar nervosos com a existência deste tipo de documentários e da própria Internet, como o director do jornal Expresso, Henrique Monteiro. No entanto, Pacheco Pereira tem razão quando afirma que «o fanatismo político leva à deterioração do pensamento» – ele acaba por ser um exemplo disso.

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13 setembro, 2006

Nova dose dupla de Loose Change

O documentário Loose Change (11 de Setembro: Conspiração Interna) vai ser novamente transmitido na 2:, quinta-feira (dia 14) à meia-noite e domingo (dia 17) às 19:00h. Renovo o apelo: gravem-no e distribuam-no a todos, está nas nossas mãos fazer com que a população saiba a verdade. Não se esqueçam que os políticos portugueses são cúmplices desta mentira, e que milhões de euros dos nossos impostos foram e estão neste momento a ser canalizados para financiar as guerras que eles próprios conceberam e que matam milhões de seres humanos.

Página da RTP sobre Loose Change
Site oficial de Loose Change

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12 setembro, 2006

As perguntas, cinco anos depois

Cinco anos depois do 11 de Setembro de 2001, multiplicam-se as perguntas, feitas em português, sobre o que realmente se passou nesse dia. A emissão de Loose Change na televisão nacional levou centenas (ou milhares?) de portugueses para a internet em busca de respostas. E muitos, no meio dessas pesquisas, descobriram aqui o Mote para Motim. Saúdo-os e recomendo-lhes o melhor da casa:
Realidade Virtual: Os Vídeos do Ataque ao Pentágono, um artigo sobre as principais incongruências dos atentados e os vídeos que supostamente mostram um Boeing 757 a colidir com o Pentágono (e que vão ficar para a História como a propaganda mais tosca de sempre);
A Demolição da Censura, sobre algumas das vozes que têm nestes cinco anos tentado furar a auto-censura da comunicação social.

E, felizmente, cada vez mais vozes nacionais fazem perguntas. Um bom exemplo é Filipe Homem Fonseca (argumentista), que não só revela ter tido dúvidas sobre a versão oficial desde o início, como explica o que raio significa "Loose Change", no seu blogue Salvo Erro. Aqui fica um excerto:

«Cinco anos depois, as imagens já parecem cá de casa. Como um quadro na parede, um cartaz emoldurado de um blockbuster que justifica invasões, de países e privacidade. (…) E só voltando a ouvir os comentários dos muitos repórteres no sítio me recordo da bizarria do primeiro contacto com tudo aquilo, das pontas soltas, que esperava ver atadas firmemente com os anos. Se o tempo não cura, ao menos explique. (…) Nos instantes em que o mundo mudava, aquilo que achei mais desconcertante foi a derrocada das torres gémeas. A aparente implosão, palavra dita ou pelo menos pensada por muitos de nós, com os olhos colados ao rectângulo ou fechados pela poeira de um século que começava em ruínas. Porque era o que parecia. Como saber? Era tudo novo, tudo terrível. Mais perguntas. Um avião também bateu no Pentágono? E os destroços, onde estão? O que disse a testemunha? Era também um avião comercial? Não tinha janelas? Foi um míssil? Quem fez isto? (…)

O documentário
LOOSE CHANGE - CONSPIRAÇÃO INTERNA deixou de circular exclusivamente na internet para passar a ser o mais visto de todos os que foram exibidos na 2: durante a última semana, e repetido esta noite na RTP 1 (quem não viu, pode fazê-lo aqui). Apresenta uma tese polémica: a de que foi a própria administração Bush a executar os atentados do 11 de Setembro. Estabelece relações entre operações de manutenção e segurança do edifício, autorizadas por Marvin Bush, irmão de George W. Bush, e a alegada colocação de explosivos de demolição controlada no interior do WTC. Denuncia alegadas operações financeiras relacionadas com os atentados, por exemplo, um volume anormal de venda de acções da American Airlines em vésperas do 11 de Setembro. Põe em causa o destino do United 93, e as chamadas de telemóvel que a versão oficial diz terem sido feitas pelos passageiros às suas famílias, invocando o resultado de testes que demonstram a baixa taxa de sucesso nas chamadas estabelecidas àquela altitude (ao ponto de, [só] recentemente, os voos da American Airlines terem sido equipados com um sistema que permite fazer telefonemas em condições). (…)

LOOSE CHANGE, que se traduz literalmente por "trocos", mas que é uma expressão idiomática que corresponde à nossa "pontas soltas", é um documentário polémico, acima de tudo porque nos apresenta a um horror ainda maior que o do 11 de Setembro: a ideia de que todas as (poucas) respostas que nos têm sido dadas pela versão oficial são uma mentira. Em que ficamos? De um lado, temos uma verdade mal fundamentada, e do outro uma mentira bem articulada? Ou temos uma mentira que se procura perpetuar, e uma verdade que é sucessivamente aniquilada, pois todos que a defendem são caracterizados pelos media dominantes como párias, bizarrias, e, por isso, desacreditados perante a opinião pública?»

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